Os avanços tecnológicos ao longo dos anos permitiu a rápida circulação de informações no mundo todo. E são os meios de comunicação que fazem a ponte entre a notícia e a nossa casa. Porém, apesar de na teoria estes serem imparciais, na prática não é bem assim.
A mídia é a grande formadora de opinião do nosso século. Suas matérias, direta ou indiretamente, influenciam na maneira como vemos a questão da violência, da corrupção, da gravidez na adolescência, etc. Notícias nos são ocultadas. Como, a greve nas universidades federais, que ao ser deixada de lado pela imprensa da na população a ideia de que vai indo tudo bem com a educação, que a greve é só algo leve e passageiro. Se, hoje, enxerga-se a reforma agrária por um viés ideológico e não social é porque os meios de comunicação mostraram o trabalhador rural como bandido e não apresentaram à população o conceito de latifúndio improdutivo.
Então, se é para mascarar a realidade é preciso também arrumar uma distração. Campeonatos intermináveis de futebol e novelas, uma atrás da outra, estão aí para inverter os papéis e fazer a ficção mais importante que a realidade. Além disso, para o sucesso da alienação ser completo, um caso particular é super estimado e vira de domínio público. Ou seja, a televisão expõe a tragédia de uma família (geralmente mais pobre) para o país inteiro e ainda vende jornal em cima disso.
Desse modo, as consequências dos abusos dos meios de comunicação são gravíssimas: população acrítica e desinformada. Portanto, faz se necessário a criação de um órgão, por parte do governo, que se responsabilize pela circulação de informações de forma verdadeiramente imparcial. Tirando, assim, o controle das mãos das grandes empresas que passam a notícia visando os interesses de seus patrocinadores, ao invés dos interesses nacionais.

Minha querida,
ResponderExcluirMande-me seu e-mail que eu corrigi no word.
Valeu,